tristeza tristeza
mais uma vez me persegue
faz perder as estribeiras
nesse mundo de ilusão
tristeza tristeza
pare de clamar meu nome
deixe q as águas do choro
lavem minha alma
e q me sinta feliz na solidão
tristeza tristeza
não tire meu sono
nem minha vontade de comer
nem minha vontade de viver
tristeza tristeza
apago teu nome
finjo q não existes
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
as mulheres.
as mulheres que querem mesmo se tornarem independentes deviam procurar dentro de si, coisas q mudassem o mundo, tocar uma musica nova, algo genial por si só, não coisas que provem ao mundo sua independencia, serem natural naquilo que fazer, só assim o respeito aconteceria, e não só do direito a mulher mas a todos q buscam isso, como muitos fizeram, nunca dependeu de sexo ou cor, mas de algo que mudasse o modo de pensar, não por divulgar, algo espontaneo que aconteceu por gostar, por ser o q é, isso sim pode mudar o mundo, se todos buscassem aquilo q realmente gostam, aquilo q realmente são, sem nada mais q isso.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
A dor
a mente, imaginação
provoca a sensação
deixa de lado o coração
para o coração não tem tempo
apenas o tempo de amar
e esse nunca será linear.
a paixão, devasta
mas te amordaça
contempla
vazio, dor
nunca se cala
sempre arde
uma vida sem sentido.
provoca a sensação
deixa de lado o coração
para o coração não tem tempo
apenas o tempo de amar
e esse nunca será linear.
a paixão, devasta
mas te amordaça
contempla
vazio, dor
nunca se cala
sempre arde
uma vida sem sentido.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
A lua escondendo-se
numa noite confusa
a lua se esconde por tras da nuvem
acho q tem medo de ver a realidade
ou so nao qr ve-la
a lua se esconde por tras da nuvem
acho q tem medo de ver a realidade
ou so nao qr ve-la
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
voar pela janela
a solidão bate pela minha porta
entra e me arremessa pela janela
sinto o gosto de voar por uns segundos
e com a cara no sangue lambo meu sangue
vejo a luz que brota no céu
vejo estrelas que caem em mim
vejo todos que amo
e nada mais depois disso.
entra e me arremessa pela janela
sinto o gosto de voar por uns segundos
e com a cara no sangue lambo meu sangue
vejo a luz que brota no céu
vejo estrelas que caem em mim
vejo todos que amo
e nada mais depois disso.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
catarata dos couros
ao meio dia,
os couros saiam pra passear
queimar-se de sol
prostar sem cansar.
era tarde da noite,
os couros a gritar,
gemendo, cantando,
dançando à luz do luar
na festa dos couros,
a fogueira rendia,
saiam de todos os lados,
todos em agonia.
vagavam os couros,
sempre a buscar,
num caminho para se perder,
no outro para se encontrar.
os couros escorriam delirantes,
pelas terras,entre os montes,
se era chuva ou cachueira
ninguem sabia,
aglomerados eram um só,
que punha-se a nadar.
os couros saiam pra passear
queimar-se de sol
prostar sem cansar.
era tarde da noite,
os couros a gritar,
gemendo, cantando,
dançando à luz do luar
na festa dos couros,
a fogueira rendia,
saiam de todos os lados,
todos em agonia.
vagavam os couros,
sempre a buscar,
num caminho para se perder,
no outro para se encontrar.
os couros escorriam delirantes,
pelas terras,entre os montes,
se era chuva ou cachueira
ninguem sabia,
aglomerados eram um só,
que punha-se a nadar.
domingo, 23 de setembro de 2012
Prisão da Mente
sinto as goteiras que caem
da minha própria prisão mental
apertando as algemas da alma
estilhaçando o coração.
podia minha alma bater asas
voar por entre as frestas,
salvar o que ainda me resta?
nesse quadradinho
mal vejo as cores que brotam
mal vejo as flores que gozam
mal sinto o gosto do som
os sonhos se dissipam no ar
como gotas que palpitam meu coração
voou mais longe que posso
canso e volto pra mesma prisão
Assinar:
Postagens (Atom)