quinta-feira, 29 de setembro de 2011

tentarei manter uma ortografia impecável no meu blog, devido a críticas gramaticais.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dúvida

Queria eu saber a dúvida
que me atormenta,
pois nesse momento,
podia eu saber da culpa
que me afungenta.

Poderia eu ser a culpa do mundo?
Ou o mundo a culpa de mim?
Qual a existência que significaria alguma coisa,
além das outras?

Qual escolha seguiria diante do universo?
e a dúvida suspira: -um suspiro! -
Que transita por todas as faces.

Nas mínimas coisas sombreia a dúvida,
permeada entre um pensamento é outro.
entre uma estrela e outra,
passa o caminho eterno das lembranças,
ondas de pensamentos, e atos,
seguindo em direção ao passado.

Teria então matado chronos,
na noite ofegante dos astros,
onde a obcenidade toma forma,
na dança infinita das vontades.

A eternidade me seduz,
com partículas eternas
se propagando para sempre,
como uma luz.

Desse ponto vejo que a relatividade condiz,
com o pensamento humano de um aprendiz,
experimentando, experienciando,
a vida que sempre esteve ali.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

madrugada

eu queria conseguir escrever hoje, mas nem consigo..
fico pensando varias coisas, mas me parece não fazerem sentido algum.
essa angustia que sinto, esse desejo louco de varias coisas, uma curiosidade sem limites.
eu fico aqui pensando, e de nada fazem sentido.
uma busca enorme por coisa nenhuma, de que importa pensar tantas coisas?
ha sempre uma pergunta, ha sempre uma resposta que induz mais perguntas, que se busca por mais respostas. e isso tem que parar? será que isso faria de alguem melhor? ou é isso que faz com que as pessoas busquem mais? e é necessario que se busque mais?
as perguntas sao o que movem a novas buscas, e a angustia guia os corações inquietos por conhecimento. ansiosos por descobrirem um novo mundo.
as possibilidades sao ilimitadas, cada ser carrega muitas vidas em si, e nao to falando de outras vidas, nao por agora, estou falando das diversas faces que todos podemos ter, das varias experiecias em diversas situações e com pessoas, que pode-se varias as personalidades, sermos esquizofrenicos por si mesmos, alucinar diversas realidades, e vive-las momentaneamente.
desco brir isso, não faz melhorar, te leva a contemplar a existencia, saber que as escolhas estão dispostas, só basta pegar a bola vermelha que te interessar, e vive-la intensamente, e quando não tiver mais divertindo, entrar no mundo das possibilidades e escolher uma bola diferente.
a busca não pode parar, o estar disponivel para buscar ja faz com que a vida conspire de possibilidades dentre as suas escolhas. um universo se abre, um baralho que basta escolher a sua carta, e pronto, acontece de pessoas cruzarem seu caminho. e essas, que aparecem como momentos, te revelam mais de voce do que toda sua vida poderia revelar.
e sem as buscas nada faria sentido. as verdades estão ai para serem revela-das, se voce as buscas ela se mostra, nua e crua, e cruel.
doi mas todos gostamos, uma dor inquieta que nos levanta e nos move, que nos leva a fazer coisas inacreditaveis para deslumbrar da realidade, perceber a eternidade de um segundo, para perceber a infinitude de um momento, que nem as palavras se constituirão de tal para representar a imensidão mental.
o que fazer dos meus dias, parecem não passar mais, e nenhum deles faz mais sentido, queria apagar e começar outra vida, talvez seja a hora de usar uma nova face, mas não sei como será, mas me chama pra guerra melhor escolher as armas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

loucura

há um ponto de loucura em todos os seres, 
algo que resplandece 
nos momentos de confusão profunda, 
insegurança, desespero de ser.
loucura essa, que consome, 
que mostra os demônios 
das profundezas da alma,
que revela a ignorância do seu ser, 
que liberta a alma.
loucura no delírio, 
na esquizofrenia da vivencia, 
na interpretação do cotidiano, 
nas verdades reveladas em sua unicidade, 
nos diversos caminhos de escolhas...
existir nos força a estar imerso
na realidade catastrófica da vida, 
sem contar a imensa responsabilidade
de todos os atos, 
viver no improviso nem sempre é tão fácil.
no mais, quero apenas ser louca, 
exceder os limites, ir além, 
não importa o quão difícil seja, 
ser louco sozinho, e viver parecendo sã...

domingo, 4 de setembro de 2011

o q se sabe do amor.

ah o amor!
seria bom,
se não fosse a dor.
ah o amor!
migalhas de pão,
atras do corredor.
ah o amor!
ah esse coco.

o amor é uma grande bosta, que quanto mais vc caga, mais vc vai nadar nela.
essas visoes de romantico apaixonados, nao servem de nada.
todos nadam na merda, na privada que criam em suas vidas,
e foda-se.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

pela primeira vez sinto o peso das minhas ações..
um dia achei que dominar o mundo seria tão facil, e que o segredo era só ter boas ideias..
ideias nao valem mt, se vc nao souber como vende-las... e isso se consegue só com politica...
e viva a hipocrisia.. se sempre pode usa-la pra tudo, é o melhor pra viver nesse mundo..

quarta-feira, 15 de junho de 2011

lute, mas vc apenas conseguirá sobreviver

as vezes, abrir mao de certas coisas da vida, podem te custar a vida toda..
pensar que esta fazendo o melhor pra si mesmo, nem sempre é estar fazendo..
é uma pena só termos uma vida, tem coisas q perduram nossas lembranças eternamentes, não tem como abandonar um pensamento, deixa-lo ir, é impossivel..
quando vidas vou precisar pra esquecer?

estamos todos submissos a essa realidade, não tão real, apenas formatos de ilusões a cerca de coisas, projeções mentais, matéria.
Se correr não se esconde, a vida está dentro disso.
Motivações, temos que te-la o tempo todo, estar sempre buscando algo, mas e quando não se qr nada,, apenas existir de uma forma menos danificadora aos outros, a responsabilidades dos atos está para além do que se pode viver, me sinto culpada por não poder viver sem ser responsavel pelo dano de alguem, e ao mesmo tempo, se não for assim, o dano será todo meu, lhes apresento o capitalismo, e toda sua forma burocrática de afundar-mos na fossa, nos colocar-mos como bosta perante aos outros de nós mesmo, somos o sofrimento do outro como ele é o nosso, numa não rendição sem fim, é viver ou matar todos os dias, com a culpa disso no colo, e cabeça no invisivel, o desejo, desejo de manter-se nessa repugnancia de aceitação dos fatos, aceitação de um desejo que nunca é o seu, mas o seu é medido com doses de satisfação e prazeres que são o suficiente pra não te fazerem fugir.
Nas ruas a realidade come solta, nas ruas há a vida acontecendo sem pudores, sem academicinicos, onde some toda forma de estrutura, e somos todos animais vivendo numa selva de pedras, lutando por comer todos os dias, batalhando restos de prazeres, restos, sempre restos, e achando que temos algo a mais do o proximo. foi criado uma competição que a satisfação esta em ter algo mais do que o do lado, esquecendo todos os dias que é um ser igual a você, apresento-lhes as novelas, essa seduz ricos e pobres (em dinheiro, lidando apenas com o capitalismo) a vidas de extrema futilidade, em arrastar o tapete de outro ser para bens proprios, onde todas as leis sao conseguir mais que o seu amigo, e se possivel, acabe com seu amigo e tenha o dele.
vejo as pessoas na rua, e como cada uma se afasta mais da outra, como cada pessoa criou seu universo cosmico mental, e não quer se aproximar de nenhuma forma do universo cosmico mental de outra pessoa, como é impossivel ceder ao outro.
sempre achei que quanto menos dinheiro mais solidario ficava, ja q esta na merda melhor se ajudar a levantar, mas hj, nao vejo mais isso, as pessoas numa situação de risco, fingem que não conhecem mais nada alem delas, se possivel passa por cima pra não ceder o lugar, olha com cara de quem tem mais, não tendo nada, tratam mendigos como lixo, não olham nos seus olhos, correm, fingem não perceber nunca a miseria, e acham q tem uma vida boa, acham q tem uma vida a base de que? de ver alguem morrendo de fome, comendo lixo de madrugada, por ter o conforto de chegar em casa e ver novela. acham que tem conforto, quando tem crianças tremendo de frio nas noites de inverno, se enrolando com caixas de papelão, pra expantar ao menos um pouco do frio, e quando chove entao, não tem nem ao menos onde se esconder, pra voce ter sua cama e um edredon pra se enrolar. a sua sobrevivencia não existe, é o q gera a morte de outro. e vc é colocado nessa condição, não tem como fugir, matar ou morrer, um verdadeiro bang bang...
eu não consigo dormir a noite, eu não durmo bem a noite, não sabendo q por eu estar aqui, tem várias pessoas ali, eu posso não conhece-las, mas eu sinto elas, todos os dias, vivendo por ai, sentindo frio e fome, eu sinto q elas vivem, eu sinto que a culpa é minha, e sinto que sozinha sou só um universo cosmico mental só, que não adianta nada eu pensar em nada disso, que amanhã tuda estará da mesma forma.
quantas pessoas sentem isso? choram ou sofrem de ver a dor do outro?
eu continuo vivendo sabendo disso, lutando pra sobreviver, numa condição imposta, lute, mas vc apenas conseguirá sobreviver, não pense na dor do proximo, ou quem vai sofrer é voce.
continuo sem dormir, mas quem se importa?
realidade sempre acorda do mesmo jeito, vivendo pequenos prazeres futeis, pra passar um tempo inutil, imerso numa realidade fantasmagorica...
quem se importa....