domingo, 4 de setembro de 2011

o q se sabe do amor.

ah o amor!
seria bom,
se não fosse a dor.
ah o amor!
migalhas de pão,
atras do corredor.
ah o amor!
ah esse coco.

o amor é uma grande bosta, que quanto mais vc caga, mais vc vai nadar nela.
essas visoes de romantico apaixonados, nao servem de nada.
todos nadam na merda, na privada que criam em suas vidas,
e foda-se.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

pela primeira vez sinto o peso das minhas ações..
um dia achei que dominar o mundo seria tão facil, e que o segredo era só ter boas ideias..
ideias nao valem mt, se vc nao souber como vende-las... e isso se consegue só com politica...
e viva a hipocrisia.. se sempre pode usa-la pra tudo, é o melhor pra viver nesse mundo..

quarta-feira, 15 de junho de 2011

lute, mas vc apenas conseguirá sobreviver

as vezes, abrir mao de certas coisas da vida, podem te custar a vida toda..
pensar que esta fazendo o melhor pra si mesmo, nem sempre é estar fazendo..
é uma pena só termos uma vida, tem coisas q perduram nossas lembranças eternamentes, não tem como abandonar um pensamento, deixa-lo ir, é impossivel..
quando vidas vou precisar pra esquecer?

estamos todos submissos a essa realidade, não tão real, apenas formatos de ilusões a cerca de coisas, projeções mentais, matéria.
Se correr não se esconde, a vida está dentro disso.
Motivações, temos que te-la o tempo todo, estar sempre buscando algo, mas e quando não se qr nada,, apenas existir de uma forma menos danificadora aos outros, a responsabilidades dos atos está para além do que se pode viver, me sinto culpada por não poder viver sem ser responsavel pelo dano de alguem, e ao mesmo tempo, se não for assim, o dano será todo meu, lhes apresento o capitalismo, e toda sua forma burocrática de afundar-mos na fossa, nos colocar-mos como bosta perante aos outros de nós mesmo, somos o sofrimento do outro como ele é o nosso, numa não rendição sem fim, é viver ou matar todos os dias, com a culpa disso no colo, e cabeça no invisivel, o desejo, desejo de manter-se nessa repugnancia de aceitação dos fatos, aceitação de um desejo que nunca é o seu, mas o seu é medido com doses de satisfação e prazeres que são o suficiente pra não te fazerem fugir.
Nas ruas a realidade come solta, nas ruas há a vida acontecendo sem pudores, sem academicinicos, onde some toda forma de estrutura, e somos todos animais vivendo numa selva de pedras, lutando por comer todos os dias, batalhando restos de prazeres, restos, sempre restos, e achando que temos algo a mais do o proximo. foi criado uma competição que a satisfação esta em ter algo mais do que o do lado, esquecendo todos os dias que é um ser igual a você, apresento-lhes as novelas, essa seduz ricos e pobres (em dinheiro, lidando apenas com o capitalismo) a vidas de extrema futilidade, em arrastar o tapete de outro ser para bens proprios, onde todas as leis sao conseguir mais que o seu amigo, e se possivel, acabe com seu amigo e tenha o dele.
vejo as pessoas na rua, e como cada uma se afasta mais da outra, como cada pessoa criou seu universo cosmico mental, e não quer se aproximar de nenhuma forma do universo cosmico mental de outra pessoa, como é impossivel ceder ao outro.
sempre achei que quanto menos dinheiro mais solidario ficava, ja q esta na merda melhor se ajudar a levantar, mas hj, nao vejo mais isso, as pessoas numa situação de risco, fingem que não conhecem mais nada alem delas, se possivel passa por cima pra não ceder o lugar, olha com cara de quem tem mais, não tendo nada, tratam mendigos como lixo, não olham nos seus olhos, correm, fingem não perceber nunca a miseria, e acham q tem uma vida boa, acham q tem uma vida a base de que? de ver alguem morrendo de fome, comendo lixo de madrugada, por ter o conforto de chegar em casa e ver novela. acham que tem conforto, quando tem crianças tremendo de frio nas noites de inverno, se enrolando com caixas de papelão, pra expantar ao menos um pouco do frio, e quando chove entao, não tem nem ao menos onde se esconder, pra voce ter sua cama e um edredon pra se enrolar. a sua sobrevivencia não existe, é o q gera a morte de outro. e vc é colocado nessa condição, não tem como fugir, matar ou morrer, um verdadeiro bang bang...
eu não consigo dormir a noite, eu não durmo bem a noite, não sabendo q por eu estar aqui, tem várias pessoas ali, eu posso não conhece-las, mas eu sinto elas, todos os dias, vivendo por ai, sentindo frio e fome, eu sinto q elas vivem, eu sinto que a culpa é minha, e sinto que sozinha sou só um universo cosmico mental só, que não adianta nada eu pensar em nada disso, que amanhã tuda estará da mesma forma.
quantas pessoas sentem isso? choram ou sofrem de ver a dor do outro?
eu continuo vivendo sabendo disso, lutando pra sobreviver, numa condição imposta, lute, mas vc apenas conseguirá sobreviver, não pense na dor do proximo, ou quem vai sofrer é voce.
continuo sem dormir, mas quem se importa?
realidade sempre acorda do mesmo jeito, vivendo pequenos prazeres futeis, pra passar um tempo inutil, imerso numa realidade fantasmagorica...
quem se importa....

quarta-feira, 25 de maio de 2011

outra vida

por que o tempo tem q passar?
e as memorias perdurarem
memorias sao como chicotes
que sempre voltam pra atormentar
aterrorizar, ou sentir saudade.
de todas não deixa de ser uma grande dor
de momentos q se foram, e nunca voltarão.
nao me venha com o positivismo de que outros virão,
podem vir ate melhores, mas nunca serão como aqueles
eternizados na alma, guardado com carinho e inocencia
de quando não se tinha tanto pra julgar
de uma alma livre de conceitos, livre de vida
vivendo tudo a primeira vez
sentindo a primeira vez
nao tem nada mais inocente do q a primeira vez
e depois da primeira vez, ja existe um julgamente anterior.
tanto faz as outras vezes melhores ou piores
a doce sensação de contemplar algo novo
é sim a melhor sensação
essa é a q liberta a alma
enche de vida...
repetir.. acabou a graça..
melhor viver de novo xD

terça-feira, 24 de maio de 2011

acho q ninguem vem aqui alem de mim, então decidi colocar um contador de visitar e ver..
só pra saber quem sabe sobre minhas surtações..

domingo, 22 de maio de 2011

libertação moral

sei muito bem q não há salvação pra mim, sou apenas uma pessoa maluca vivendo num mundo onde gente doida q se fazer de sã todo o tempo.
eu só não tenho paciencia pra condutas, elas me irritam, não gosto das regras foram feitas apenas para serem quebradas, odeio puritanismo... esses falsos ideiais caidos e armagurados, presos dentro da mente social causando apenas empactos julgadores, não me interessam, quem nunca penso em apenas não julgar o proximo? e levam-se tempos para se conseguir, mas a liberdade das ações precisa partir primeiro da mente que aceita.
não da pra agredidar na condição de ser escravo o tempo todo, podemos ser reis de nos mesmo, e assim estar livre..
porque essa miseria de alma? a qual se limita a todos os limites, sem questionar, somente aceitando, e após isso julgando os atos que não se encaixam dentro dessa maquina de julgamento morais, uma prisão, não se sentem assim? esses cuja a alma é tão pequena e pertubada, pra mim só quem não consegue em instancia alguma se aceitar é capaz de fundar uma moral julgadora, para q outros sigam seu parametro de uma pessoa só. mal comido seja esse, precisa de uma rola no cu e uma masturbação, talvez assi perceba o q é felicidade. pra mim essa morada só pode morar dentro do cu, pq quando se perde ela, qualquer coisa é permitida, todas as sexualidades são aceitas, e não há mais mamae e papai que se encaixe.
eu não aceito essa moral de cu, é rola, ou dedo, acaba logo com isso.
ao mesmo tempo, tanta faz o q eu penso aqui dentro, sou apenas uma pesssoa a qual a existencia esta inferida na humanidade, e depois disso, apenas mais um opiniao, de alguem que pode ver alem das almas, ou apenas escutando-as por clamarem por liberdade, a era de repressão ja acabou.

sábado, 14 de maio de 2011

dias de hoje

quando penso o q posso esperar da vida, ja nao espero mais.
será que a graça que poderia ter ja se foi?
ou será que to no caminho errado?
hoje só tenho duvidas, e quando me olho no espelho ja nem sei mais quem eu sou. há 2anos atras eu ainda podia pensar sobre o q sou, mais desde que entrei nesse caminho, me perdi todas as vezes, achando q estava me encontrando.
eu olho pro mundo e já não sei mais se sinto pena das pessoas que não aproveitam nem 10% do seu potencial mental ou se sinto pena de mim por ter descoberto isso.
navegar por entre os mundos foi algo fantastico, sentir a verdade revelada, sentir a conciencia de um mundo inteiro, ver as conexões e ligações entre os seres humanos, saber aquilo q está diante dos olhos de todos e não percebemos, não sei, não aguento essa hipocrisia mundial...
mas me vejo frustando sozinha, e o resto das pessoas são vão ligar mesmo pro q aparentam ser, o quanto se mostra ser, esse posicionamento me irrita, ver as pessoas usando do mais baixo pra conquistar as outras o tempo todo, uma falsidade sem fim, não a emoção nos olhos...
sinto falta do meu olhar de criança, de conseguir ver inocencia. mas não sei quando perdi? e nem onde perdi?
sinto que ja andei muito...
eu só acredito q possa ter vontade de caminhar de novo..
me sinto num labirinto gigantesco, onde não sei quando entrei, e não consigo mesmo ver a saida..
me excluir ja nao ta sendo solução
me aproximar me frusta
não sei lidar com o meio termo...

não quero fugir mais, preciso de uma solução...